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Games · · 2 min de leitura ·

METAL GEAR SOLID: MASTER COLLECTION Vol.2 Review: dois clássicos, duas traduções

METAL GEAR SOLID: MASTER COLLECTION Vol.2 Review: dois clássicos, duas traduções




METAL GEAR SOLID: MASTER COLLECTION Vol.2 apresenta Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots e Metal Gear Solid: Peace Walker para a nova geração, o que rompe a exclusividade da Sony na época de seu lançamento original. Agora, os jogos estão disponíveis para Nintendo Switch, PlayStation 5, Nintendo Switch 2, PlayStation 4, Xbox Series X|S e para PC (no Microsoft Windows apenas).

Metal Gear Solid 4 continua os eventos apresentados no segundo jogo da série (o terceiro se passa décadas antes do primeiro) e apresenta um desfecho para Solid Snake. É um jogo de stealth com foco na narrativa, o que traz seus acertos e erros.

O jogo apresenta uma jogabilidade bem funcional, com controles simples e práticos. O sistema de camuflagem simplifica o excesso de menus do terceiro jogo, de forma interessante, enquanto a customização de armas é direta, mas sem perder sua complexidade.

A sua gameplay também traz muita variedade – de utilizar morteiros para “limpar” o caminho, tiroteios diretos a até mesmo uma perseguição de moto. Algumas lutas com chefes também têm seu diferencial, como a tela dividida entre Snake abatendo robôs com uma arma gigante e Raiden lutando com facas contra Vamp, uma luta entre robôs gigantes e uma troca de socos com o boss final. Tudo isso complementa o stealth de forma positiva, quebrando a repetição e monotonia.

Já os seus gráficos, que eram muito impressionantes na época, continuam agradáveis para os padrões de hoje. Mesmo que não sejam algo digno do que vemos em jogos AAA atualmente, ainda funcionam e não atrapalham em nada a experiência com o jogo.

As cutscenes do jogo são um problema: demasiadas e demasiadamente longas. Logo na introdução, com cerca de 30 minutos de duração, há em torno de apenas dois minutos de gameplay, enquanto cada capítulo fecha e abre com cutscenes de 20 a 30 minutos de duração. Toda vez que um personagem novo é apresentado, há uma nova “palestra” (o mercador de armas mesmo, são 12 minutos para apresentar o personagem). É algo entediante, repleto de minudências que nada agregam à trama, e cujos muitos trechos poderiam ser substituídos por pura e simples gameplay.

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