Cybercode
Adorocinema
Adorocinema
Cinema · · 2 min de leitura ·

Polêmica: Menino vestido de Sr. Grey, de Cinquenta Tons de Cinza, é banido de festa da escola

Polêmica: Menino vestido de Sr. Grey, de Cinquenta Tons de Cinza, é banido de festa da escola




O fenômeno literário mundial Cinquenta Tons de Cinza ganhou novas proporções quando chegou aos cinemas. Líder de bilheteria por semanas, o filme – que ainda está em cartaz – agradou fãs ao redor do mundo e ficou conhecido por espectadores das mais diversas idades (mesmo com o seu conteúdo polêmico e com a classificação indicativa restrita).

Como no dia 05 de março é celebrado o Dia Mundial do Livro, a escola de Liam resolveu organizar uma festa à fantasia de personagens literários. A fim de divertir os seus colegas, o menino escolheu ir fantasiado de ninguém mais ninguém menos do que Christian Grey (isso mesmo, o bilionário que gostos sexuais peculiares, vivido por Jamie Dornan nas telonas): de terno, chicotinho e máscara.

As crianças adoraram e logo reconheceram o personagem. Já os professores tiveram uma reação bem diferente: ligaram para a mãe de Liam e disseram que ele seria banido da festa e não teria o direito de aparecer em nenhuma fotografia ao lado dos colegas.

Indignada, a mãe de Liam, Nicola Scholes contou ao jornal inglês Manchester Evening News que discordou dos professores, afirmando que a ideia da fantasia foi de seu filho e que ele não assistiu nem leu Cinquenta Tons de Cinza, mas, como qualquer criança da idade dele, sabe do que se trata devido à televisão.

Ela havia mostrado a caracterização do menino para alguns amigos e todos acharam graça, por isso permitiu que ele fosse fantasiado assim para o colégio. Além disso, segundo Nicola, como os fios do "chicote" eram finos, não machucariam ninguém.

Ainda de acordo com a Sra. Scholes, a reação da escola foi contraditória pois um dos professores foi vestido de Dexter, o serialkiller da série de tv, que é baseada em livro, e ninguém falou nada. A mãe de Liam diz não entender como sexo pode ser mais ofensivo que assassinato.

Publicidade