Golpe Duplo: Entrevista com Rodrigo Santoro

Ator brasileiro fala sobre novo longa rodado em Hollywood e sobre o trabalho com Will Smith.
Rodrigo Santoro chega aos cinemas nessa quinta-feira, 12 de março, com Golpe Duplo, com Will Smith e Margot Robbie. O ator brasileiro conversou com um grupo de jornalistas, no Rio de Janeiro, e passou um pouco de sua mais nova experiência em Hollywood. Ele também falou sobre os próximos projetos. O AdoroCinema esteve presente no bate-papo com o ator e traz o que de melhor aconteceu.
Bem-humorado e morrendo de calor (como todo morador do Rio de Janeiro no verão), Santoro entrou na sala assumindo o papel de entrevistador, perguntando aos jornalistas: "Vocês conhecem um cara chamado Ding Huan?" Ele logo continuou: "Ele é o responsável pelo conforto que estamos sentindo agora. Ele criou o ar condicionado. Ele deveria ser canonizado."
Perguntado sobre como foi trabalhar com Will Smith, Santoro destacou: "A experiência foi fantástica do começo ao fim. Muito prazerosa. E muito especialmente por causa dele. Ele traz uma energia tão positiva pro set, todos os dias, que é muito contagiante. Eu já tinha trabalhado com esses diretores (Glenn Ficarra e John Requa) em O Golpista do Ano, que são duas figuras incríveis, muito bem-humoradas. Então, o set era muito agradável. Foi um prazer, eu acordava feliz de ir pro set. "
"Foi uma mistura de coisas. O personagem é divertido, eu realmente tive uma experiência ótima com os diretores e achei o roteiro super inteligente. O que eu achei muito interessante no personagem é o fato de ser um camarada muito preocupado com a imagem, com a reputação. E acho isso muito pertinente no mundo que a gente vive hoje", afirmou o ator.
Rodrigo teve que se virar para acompanhar Will Smith e seus improvisos. Ele falou um pouco sobre o trabalho: "O Will começou a história dele com essa coisa do improviso, então isso foi uma coisa que aconteceu muito. Nós improvisamos bastante. Eu aprendi e me diverti muito. O inglês não é a minha primeira língua, mas eu me arrisco. Eu vou falando. Às vezes, eu acerto. Às vezes, não. Você tem que ir no jogo."
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