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Cinema · · 2 min de leitura ·

Entrevista exclusiva com Jim Parsons, de Cada Um na Sua Casa e The Big Bang Theory

Entrevista exclusiva com Jim Parsons, de Cada Um na Sua Casa e The Big Bang Theory




Conhecido pelo papel de Sheldon em The Big Bang Theory, Jim Parsons chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira como a voz de Oh, personagem principal da divertida animação Cada Um na Sua Casa. Convidado pela Fox Film do Brasil, o AdoroCinema conversou com o ator. Ele falou sobre a nova experiência como dublador, mas também falou sobre TBBT, sobre interpretar Deus na Broadway e sobre o trabalho em The Normal Heart. Confira!

Bem, eu estava muito interessado em fazer uma animação. Nunca tinha feito uma e certamente já admirava o formado a bastante tempo. A primeira coisa que me mandaram foi um desenho do pequenino personagem, Oh, este pequeno alien roxo, e eu achei ele fascinante. Era uma adorável criatura e fiquei empolgado deles quererem a minha voz para ela. O motivo final é que eu realmente achei que era uma história maravilhosa. O que eu mais gosto no filme é justamente esta história de que coisas incríveis podem acontecer se não prejulgarmos as pessoas, se permitirmos as pessoas de serem quem elas realmente são e as grandes amizades que você pode viver se aceitar isso.

Você pode falar um pouco sobre Oh? De que forma conseguiu se relacionar com ele?

O que eu mais gostei é que ele tem uma qualidade que todos nós temos, mas que muitas vezes temos que ser lembrados disso, que é uma curiosidade entusiástica sobre a vida e sobre tudo ao seu redor. Ele tem uma sede por fazer amigos e se divertir. São qualidades muito positivas que todos nós temos, mas que muitas vezes não nos concentramos nelas o tempo todo. Foi muito legal, durante o processo de dublagem, ter que viver neste tipo de energia. É contagiante. Você quer continuar neste estado.

Uma das coisas mais difíceis foi que ele fala uma espécie de inglês quebrado. Ele não tem o domínio completo da língua. Eu queria ter certeza que isso ficasse o mais claro possível durante o processo de dublagem. Não queria que fosse algo confuso. Tinha que ser claro que ele falava daquela forma, mas não poderia ser algo difícil de entender. A voz dele é meio que uma combinação desta vontade de passar tudo claramente com todo seu entusiasmo.

Na maioria das vezes, a dublagem é um trabalho solitário, mas você teve a chance de interagir com outros nomes do elenco como Rihanna e Steve Martin?

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