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Cinema · · 2 min de leitura ·

Entrevista com Adam Sandler: “Os nerds serem os heróis é algo muito bom para o mundo”

Entrevista com Adam Sandler: "Os nerds serem os heróis é algo muito bom para o mundo"




O astro em breve estará de volta às telas de cinema com a comédia de ação Pixels.

Não é exagero dizer que Adam Sandler é um fenômeno de popularidade no Brasil. Basta conferir o desempenho de seus filmes nas salas escuras nacionais, como Cada Um Tem a Gêmea que Merece, Click, O Paizão e Juntos e Misturados, todos vistos por mais de um milhão de espectadores, cada.

O comediante em breve estará de volta aos cinemas com seu novo trabalho, o ambicioso Pixels cuja estreia nacional está agendada para 23 de julho. Dirigido por Chris Columbus e repleto de efeitos especiais, o longa-metragem evoca a nostalgia dos jogos clássicos de videogames ao trazê-los como grande inimigos da humanidade. Como? Uma raça alienígena encontrou as mensagens enviadas ao espaço e se inspirou nelas ao criar inimigos baseados em Pac-Man, Donkey Kong, Centopeia e outros jogos famosos. Para derrotá-los, são convocados alguns dos maiores especialistas em videogames: Sandler e sua turma.

O AdoroCinema participou de um chat exclusivo a jornalistas brasileiros, onde o comediante pôde falar um pouco sobre seu trabalho e revelar uma vontade: ainda quer rodar um filme no Brasil!

O comando de Pixels cabe ao conhecido Chris Columbus, diretor dos dois primeiros filmes da série Harry Potter e um dos pupilos de Steven Spielberg. Segundo Sandler, a experiência na franquia ajudou bastante na criação do universo retratado no longa-metragem. "Ele é um cara muito bacana e sabe realmente como fazer um filme de ação. Ele me disse que queria que Pixels se parecesse visualmente com Star Wars!"

Como traz personagens icônicos do início da popularização dos videogames, Pixels atinge em cheio quem está hoje na faixa dos 30 a 40 anos, que pôde se divertir um bocado quando os jogos citados foram lançados. "Este é um filme bastante excitante e divertido, que tem uma conexão com as pessoas da minha geração porque jogamos estes videogames nos arcades. São personagens muito familiares", disse Sandler.

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