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Cinema · · 3 min de leitura ·

Demolidor: Saiu nossa crítica da segunda temporada da série

Demolidor: Saiu nossa crítica da segunda temporada da série




Lançada em abril de 2015, a primeira temporada de Demolidor mostrou que a parceria entre Marvel e Netflix não estava para brincadeira, oferecendo um universo amplo e um clima sombrio, bem diferente dos filmes dos Vingadores e de séries como Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D.. O primeiro ano serviu para introduzir heróis e vilões. Agora, chegou a vez da segunda temporada estrear na Netflix.

O AdoroCinema já conferiu todos os 13 episódios da nova temporada e gostou muito do que viu. A série começa praticamente no mesmo ponto em que terminou. Após superar Wilson Fisk, Matthew Murdock, Foggy e Karen tentam seguir o dia a dia com o escritório de advocacia, que mal consegue sobreviver. Advogado durante o dia, Matt veste a roupa do Demolidor à noite, enfrentando criminosos que insistem em tomar as ruas de Nova York, especialmente de Hell's Kitchen.

O problema é que, agora, Matt terá que enfrentar não apenas mafiosos e criminosos, ele também deverá lutar contra justiceiros que se inspiraram nele, mas que adotam uma conduta muito mais radical. É o caso do Justiceiro. O clássico personagem da Marvel entra para a série fazendo barulho e já deixa a torcida para que os boatos de série-solo do personagem se confirmem, embora não haja qualquer informação oficial sobre isso.

Não vamos dar maiores detalhes sobre a trama para não estragar a experiência de ninguém, mas podemos adiantar que não irão se decepcionar pelo Justiceiro vivido por Jon Bernthal, o Shane de The Walking Dead. O personagem tem uma presença incrível em cena e suas interações com o Demolidor são todas memoráveis. 

Quem também aparece na nova temporada é a Elektra (Elodie Yung), misteriosa mulher que tem um passado com Matt e retorna para sua vida para combater uma nova ameaça estrangeira ao universo de Hell's Kitchen. Muito bonita, Yung surge como uma bomba no dia a dia do herói, se mostrando nada previsível ou estável.

As presenças de Justiceiro e Elektra fazem Demolidor se deparar com um conflito que permeia toda temporada: Deve ele também ir além e assassinar seus inimigos? De certa forma, lembra um pouco o conflito do Homem Morcego de Batman – O Cavaleiro das Trevas. O problema é que, na série, não temos um antagonista tão radical como aquele Coringa de Heath Ledger. O Justiceiro está mais para um anti-herói do que para um vilão. Os vilões aqui são ameaças misteriosas. Cria-se um suspense, mas não passa em momento algum a sensação de que tudo está perdido.

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