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Cinema · · 2 min de leitura ·

Rede faz campanha para que espectadores não joguem Pokemon Go na sala de cinema

Rede faz campanha para que espectadores não joguem Pokemon Go na sala de cinema




Alguns cinemas da rede Alamo Drafthouse terão área reservada para a prática do game, fenômeno em smarthphones dos Estados Unidos.

Pokémon Go é uma mania de escala global, mas uma rede de cinema está preocupada com os efeitos que isso pode ter no bem estar dos cinéfilos que forem à sala escura para prestar atenção no filme (e não para caçar o Pikachu).

O jogo de realidade aumentada para smartphones permite que o usuário, utilizando sua câmera do celular com o GPS ativado, ande pelas ruas caçando os monstrinhos de bolso e treinando-os. Para reforçar sua política contra o uso de celulares nas salas de cinema, a rede Alamo Drafthouse não declarou guerra ao game, mas juntou-se a ele.

Foram construídos espaços especiais, chamados PokeStops, fora das salas em alguns complexos da Alamo Drafthouse. Nesses lugares os jogadores podem coletar itens necessários para caçar novos pokemons e competir com outros monstrinhos. "Nós abraçamos o fenômeno e lançamos três coquetéis relacionados a Pokemon no nosso menu que são oferecidos nas nossa PokeStops. Nós teremos um território fértil para caçadas em nossos lobbies e nossos caçadores precisam de energia", afirmou Tim League, co-fundador da Alamo, ao The Hollywood Reporter.

O jogo da Nintendo já é o game para celulares mais popular de todos os tempos, com mais de 20 milhões de usuários. A Alamo chegou a divulgar um vídeo especial com cenas da clássica cena final de Seven – Os Sete Crimes Capitais. No material, quando o personagem de Morgan Freeman abre a caixa deixada pelo psicopta interpretado por Kevin Spacey quem sai de dentro dela é o Pikachu. Ao final, aparecem os dizeres: "Nós amamos Pokemon, mas o lugar deles não é no cinema". O vídeo foi publicado no YouTube na quinta-feira (14), mas a empresa tirou o material do ar.

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