The Walking Dead: “Ele não pode dizer que é Negan. Ele nunca vai dizer isso”, afirma Norman Reedus sobre a decisão de Daryl

Se alguma vez durante as seis temporadas anteriores de The Walking Dead, você duvidou da força (não somente física) de Daryl, o terceiro episódio da sétima temporada deixa escancarada a determinação do personagem por não ceder ao inimigo. Em "The Cell", Daryl é torturado na comunidade dos Salvadores, mas se mantém resoluto em uma nobre demonstração de força que faz em nome de Glenn.
Em entrevista à Enterteinment Weekly, Norman Reedus explicou as decisões tomadas por Daryl, e falou sobre a intrincada relação entre ele e Dwight. O ator conta que existe uma espécie de autorreflexo de um para o outro, confirmando que a determinação de Dwight por "quebrar" Daryl é justamente uma forma de ele justificar as suas próprias ações:
"Tem uma coisa meio Mundo Bizarro acontecendo entre eles dois no episódio. Eles se conheceram antes, e [Dwight] parecia que poderia ser um cara legal, mas ele acabou sendo um escravo de Negan (…)"
Reedus conta que Daryl entende as razões que levaram Dwight a aceitar as condições de Negan, mas que este mesmo entendimento não é razão para que os dois não sejam inimigos:
"Eu acho que Dwight, olhando para trás, deseja poder voltar e recomeçar, e tem algo de bom nele que Daryl vê, mas isso é só um fiozinho. Agora acho que ele só deseja poder matá-lo."
Daryl tem dois grandes momentos com Negan (e Lucille) durante o episódio, e questionado se ele chegou a cogitar a possibilidade de simplesmente aceitar as condições do vilão para deixar de ser torturado, Reedus explica que as decisões dele pesam muito mais pela memória de Glenn do que pela própria situação:
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