Tim Miller esclarece os motivos de ter deixado a direção de Deadpool 2

Nada de blockbuster genérico. Nada de perverter a essência do Mercenário Tagarela. E ainda desmentiu Ryan Reynolds.
O fã de Deadpool foi surpreendido com uma bomba em outubro: o diretor Tim Miller deixava a continuação. Pior: o motivo seriam divergências criativas com o outro responsável pelo sucesso da adaptação, Ryan Reynolds. Segundo especulado, enquanto o protagonista queria repetir o orçamento apertado do primeiro filme, o cineasta pretendia investir mais — o que teria gerado rumores, mentiras.
"Eu só quero dizer uma coisa à audiência geek", disse Miller, a quem ele trata como "irmãos e irmãs": "Eu não queria fazer um filme estilizado com um orçamento três vezes maior. Se você ler a internet — quem se importa, né? Mas, a quem se importa, eu queria fazer o mesmo tipo de filme que fizemos antes porque eu acho que esse é o filme certo de fazer para o personagem. Então, não acredite no que você lê na internet."
Dito isso, Tim Miller provou que muitos boatos infundados foram divulgados por aí. E desmistificou um nome que vinha sendo apontado como o grande inimigo do Mercenário Tagarela em Deadpool 2. "Kyle Chandler não ia ser o Cable. Tudo isso que eu leio é de matar", exclamou, na mesma entrevista ao Collider.
E aí a coisa ficou séria. Tim Miller deixou claro que se irrita muito "quando as pessoas dizem 'o filme foi difícil de fazer'" — algo dito pelo próprio Ryan Reynolds, acrescentando que houve "brigas vagamente assustadoras no processo de pós-produção". O cineasta contradisse com veemência.
"O filme foi uma alegria de fazer. Acho que se pode ver isso na tela. Todos nos divertimos muito. Nós tivemos algumas discussões na pós, mas nada fora do comum. A equipe era ótima, todo mundo ia voltar, nós íamos nos divertir muito… E aí vem essa ideia de que foi um filme difícil. Não foi! Foi uma alegria, e a melhor experiência da minha vida", ele garantiu.
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