Assassin

Ator/ produtor participou de coletiva de imprensa no México, ao lado do diretor, Justin Kurzel, quando comparou elemento do filme com veículo de De Volta para o Futuro.
Assassin's Creed, o filme, será bem diferente de Assassin's Creed, o game. “Conversamos com a Ubisoft [empresa responsável pelo jogo], porque a gente queria fazer algo original em relação aos games”, confirmou Michael Fassbender, ao lado do diretor Justin Kurzel, em coletiva de imprensa na manhã desta quinta-feira, na Cidade do México.
Não à toa, na adaptação, ele interpreta Callum Lynch, personagem criado especialmente para essa estreia nos cinemas, que, como objeto de estudo da cientista Sofia Rikkin (Marion Cotillard), vai entrar em contato com antepassados para chegar à “Maçã” – artefato que conteria em seu interior a “origem da violência”.
“A ideia de uma memória genética foi o que mais me interessou no projeto. [O ‘fruto’] É como uma ‘DeLorean’ da memória genética”, contextualizou, citando como referência o famoso carro de De Volta para o Futuro, que permite viajar no tempo.
Na narrativa de Assassin´s, esse deslocamento temporal permite que Cal seja jogado de volta para o século XV, quando “incorpora” o ancestral Aguilar, durante o período da Inquisição Espanhola. “São dois papéis bem distintos. Aguilar é como um personagem de western, que mal fala. Cal é o oposto, um tipo egoísta”.
É claro que os elementos-base do game estão lá: o conflito central entre os Templários (que desejam um mundo subjugado) e o Credo de Assassinos (protetores do conhecimento embutido na “Maçã”); o “fruto”, em si; a máquina de realidade virtual “Animus”; e, claro, o “Salto da Fé”. Fassbender também não descartou, no evento, que personagens conhecidos da franquia possam ser “escalados” para eventuais sequências no cinema.
Entre para comentar.