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Cinema · · 2 min de leitura ·

Tatá Werneck fala de TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva. E fala sério!? (Entrevista Exclusiva)

Tatá Werneck fala de TOC - Transtornada Obsessiva Compulsiva. E fala sério!? (Entrevista Exclusiva)




Sim, mas a atriz, vivendo sua primeira protagonista no cinema, também não perde a piada, ao lado do colega de elenco Daniel Furlan.

Em TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva, Tatá Werneck interpreta uma atriz em ascensão, em busca de seu lugar ao sol, de construir uma carreira. Uma autobiografia ou um plágio de La La Land – Cantando Estações?

“Esses momentos em que a gente tem que fazer rir, mas está com muita dor, é onde o filme mais me toca”, responde, séria, a protagonista, citando a música “Ouro De Tolo”, de Raul Seixas (aquela: “Eu devia estar contente/ Porque eu tenho um emprego/ Sou um dito cidadão respeitável/ E ganho quatro mil cruzeiros por mês"), parte da trilha do filme.

“Então, eu acho que é um La La Land… feito de uma maneira Jacarepaguá”, arremata, do jeito Tatá de ser. Jeito esse consagrado pelo público, que ela, para a surpresa de alguns, preferiu evitar. “Mesmo sendo uma comédia, eu optei por não colocar ali a minha vaidade de Tatá querendo fazer graça em cima de uma personagem onde em alguns momentos não era para ter graça mesmo. A Kika não faria aquilo”.

Há um certo ar cruel por trás de Kika K, sua personagem. Ou, pelo menos, da crueldade na forma como o “star system” pretende enquadrá-la. “Eu abri mão de quatro ou cinco roteiros, que seriam comédias populares, que iam levar público… Eu poderia fazer o É Fada ou o TOC”, conta, sem medo de se expor.

TOC foi escrito para ela pelos roteiristas/ diretores Paulinho Caruso e Teo Poppovick. Será que ela teve receio de o personagem ser confundido com a própria vida. Será que ela está pensando em sair da Globo? Será que ela odeia a Ingrid Guimarães, assim como sua personagem?

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