
Uma pergunta importante para saber sobre o nosso destino cósmico é a velocidade de expansão do universo. Até hoje, mesmo com dados cada vez mais precisos, os astrônomos não conseguiram chegar a uma resposta definitiva sobre este tema.
Mas uma nova pesquisa conduzida por uma equipe da Universidade de Berkeley, na California, conseguiu colocar mais uma pulga atrás da orelha dos cientistas em relação a essa polêmica da comunidade científica.
Usando como base o brilho estelar médio de galáxias elípticas gigantes, os cientistas tentaram determinar qual é a constante de expansão do universo, ou a constante de Hubble (H0).
Porém, os pesquisadores chegaram a um resultado completamente diferente dos que foram aferidos anteriormente, 64,7 mais mais ou menos 0,5 quilômetros por segundo.
Hoje, as hipóteses mais aceitas entre os astrônomos são que o H0 é igual a 73,3 mais ou menos 2,5 quilômetros por segundo ou 73,3 mais ou menos 1,4 quilômetros por segundo.
Essa incompatibilidade nos resultados é algo que preocupa os cientistas, já que a constante de Hubble é um parâmetro importante na compreensão da física e da evolução do universo, além de ser a chave para se compreender a energia escura, que acelera esta taxa de expansão e compreende em torno de dois terços da energia do universo.
Entre para comentar.