
O Brasil se tornou nesta segunda-feira (15) o 12º país a assinar o “Acordo Artemis” para a exploração do espaço. A adesão foi oficializada em uma cerimônia no Palácio do Planalto, que contou com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, do Presidente da República, Jair Bolsonaro, e do Embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman.
“É um momento histórico. É um pequeno passo para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações e um grande salto para o Programa Espacial Brasileiro”, afirmou Pontes. O Brasil é o único país da América Latina e o 12º no mundo a entrar para a seleta lista de parceiros até o momento.
“O Acordo Artemis traz um conjunto de princípios, diretrizes e boas práticas para a cooperação internacional na exploração do espaço”, diz um comunicado do MCTI. Para o ministro, a inclusão do país é um marco no esforço para impulsionar o Programa Espacial Brasileiro.
Para o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman, a parceria no setor espacial ajuda a garantir o acesso e o uso responsável e seguro do espaço pelas nações.
Ele lembrou que o acordo representa um esforço amplo para a exploração pacífica do espaço. “Eu espero ver na Lua a bandeira brasileira ao lado da dos Estados Unidos”, disse Todd Chapman.
Mas calma lá! Há duas iniciativas diferentes com o nome “Artemis”, e há confusão frequente entre eles, mesmo no comunicado publicado pelo MCTI. Uma coisa é o Programa Artemis, uma iniciativa da Nasa para retornar humanos à superfície Lunar.
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