
A cidade de São Paulo começou a adicionar motofaixas em 2022, quando foram implantados 5,5 km na Avenida 23 de Maio de forma experimental. Hoje, o chamado Projeto Faixa Azul já se estende por 232,7 km na metrópole.
A sinalização se espalhou por outras cidades que implantaram seus próprios projetos e regras – algumas também utilizando a cor azul para as faixas – como forma de tentar reduzir os acidentes de trânsito relacionados às motocicletas.
As motofaixas servem como uma sinalização de segurança para as motocicletas e reserva um espaço para que elas trafeguem. Localizada entre as faixas veiculares 1 e 2, essas sinalizações têm como objetivo organizar o espaço compartilhado entre diferentes veículos e reduzir os acidentes envolvendo as motocicletas.
Na cidade de São Paulo, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), as faixas azuis não são exclusivas para motocicletas, mas a preferência é delas.
As regras para transitar nas motofaixas podem variar de acordo com o município. Em São Paulo, do mesmo modo que as faixas azuis não são exclusivas das motos, também não é obrigatório o uso delas pelas motos.
Mas há um limite de velocidade das vias que precisam ser respeitados. Nas ocasiões em que o trânsito estiver parado, o CET sugere uma velocidade máxima de 30 km/h para as motos. Os motoristas, por sua vez, poderão continuar realizando as mudanças de faixa normalmente, sem multa.
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