Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 8 de novembro de 2024 · 2 min de leitura ·

Após causar destruição em Cuba, furacão Rafael segue em direção ao México

Após causar destruição em Cuba, furacão Rafael segue em direção ao México

As mudanças climáticas têm deixado as águas excepcionalmente mais quentes, o que aumenta as chances de criação de um furacão no Oceano Atlântico. Em função disso, cientistas chegaram a alertar que um número recorde de ocorrências pode ser registrado neste ano.

Mas o que chamou a atenção foi a intensidade destes fenômenos climáticos. Após os furacões Milton e Helene, que deixaram um rastro de destruição e mortes nos Estados Unidos e em países vizinhos, um novo furacão está agindo na região.

A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) está monitorando o que é a 17ª tempestade da atual temporada. Chamado de Rafael, este fenômeno climático começou a se desenvolver no final do mês de outubro e ganhou força nas águas quentes do Mar do Caribe.

Ele atingiu o status de furacão no dia 6 de novembro e causou destruição em Cuba nas últimas horas. Com ventos de 185 quilômetros por hora, Rafael tocou o solo na província de Artemisa como um furacão de categoria 3.

Watch as Hurricane Rafael's winds topple a stadium light in Artemisa, Cuba. Rafael made landfall as a Category 3 hurricane in western Cuba on Wednesday. pic.twitter.com/NpNGslIm2U

A operadora de rede elétrica estatal de Cuba, UNE, disse que os ventos fortes causaram o colapso do sistema elétrico do país. Toda a população da ilha, cerca de 10 milhões de pessoas, está sem eletricidade. Apesar dos estragos, não há informações de mortes causadas pelo fenômeno climático.

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