
O Starship, maior foguete da SpaceX, foi proibido de voar pela Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, na sigla em inglês) – a Anac de lá. Os lançamentos do foguete estão suspensos enquanto se investiga a explosão ocorrida durante o último voo de teste.
O estágio superior do foguete se desintegrou – dramaticamente, diga-se – sobre o Caribe após decolar do Texas na última quinta-feira (16), espalhando destroços pela área (veja vídeos nesta matéria do Olhar Digital).
Agora, a FAA colabora com a SpaceX e outras autoridades para confirmar relatos de danos materiais nas ilhas Turks e Caicos. Apesar do impacto de destroços, não houve registros de feridos.
Musk e sua equipe foram instruídos a investigarem a possibilidade de algum “incidente” ter causado a explosão do foguete. O órgão regulador analisará os resultados antes de deixar o Starship voar de novo.
Durante o incidente, a FAA ativou uma “área de resposta a destroços”, o que obrigou algumas aeronaves a alterarem rotas ou atrasarem decolagens. Houve relatos de aviões que precisaram desviar devido a baixo nível de combustível ao esperar fora da área afetada.
Vale mencionar: o teste (e explosão) do Starship ocorreu no mesmo dia do primeiro voo do foguete New Glenn, da Blue Origin, empresa de Jeff Bezos. Ambos os bilionários competem intensamente pelo domínio do mercado de veículos espaciais.
Entre para comentar.