
O Brasil tem clima quente durante boa parte do ano, o que favorece o aparecimento de mosquitos, como o Aedes aegypti, que se prolifera principalmente em períodos úmidos.
A picada de algumas espécies causa apenas coceira, mas há aquelas que transmitem doenças, como a zika, a malária e a própria dengue. Porém, a ciência tem avançado na busca por entender o que atrai os mosquitos e como afastá-los.
Com diversos estudos realizados, a ciência vem mostrando os melhores caminhos para repelir os mosquitos a fim de não sofrermos com as doenças transmitidas por esses insetos ou com as picadas desagradáveis deles no dia a dia. A seguir, confira 7 dicas importantes.
O uso de repelentes é uma das maneiras mais famosas para evitar ser picado por um mosquito. Porém, você sabia que existe o tipo correto para se utilizar?
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por exemplo, afirma que alguns inseticidas chamados de “naturais”, que têm como base a andiroba, citronela, óleo de cravo e outros, não têm comprovação de eficácia.
Dessa maneira, odorizantes de ambientes, velas, limpadores e incensos que muitos dizem ser eficazes contra os mosquitos não são aprovados pela Anvisa. No entanto, há uma exceção: o óleo de neem, que contém a substância azadiractina. Ele pode ser usado, mas deve estar registrado na Agência.
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