Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 29 de julho de 2025 · 1 min de leitura ·

Turbulências estão ficando mais fortes e comuns – e a culpa é nossa

Turbulências estão ficando mais fortes e comuns - e a culpa é nossa

A turbulência severa em voos comerciais está se tornando mais frequente e intensa, impulsionada pelas mudanças climáticas.

Estima-se que esse tipo de turbulência, especialmente a de ar limpo — invisível a radares e satélites — tenha aumentado 55% desde 1979 e pode triplicar até 2050, segundo o cientista atmosférico Paul Williams.

Além de representar risco aos passageiros e tripulantes, a turbulência tem impacto econômico, causando danos às aeronaves, aumento no consumo de combustível e maior emissão de gases. Em resposta, cientistas e empresas estão desenvolvendo soluções tecnológicas para mitigar o problema.

Hoje, cerca de 75% da turbulência é prevista com precisão. Iniciativas como o Turbulence Aware, da IATA, e apps como o Turbli democratizam o acesso a esses dados, oferecendo mais transparência aos passageiros.

Combinando sensores, IA e novos designs, a aviação busca enfrentar um desafio que só tende a crescer.

Leandro Criscuolo é jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Já atuou como copywriter, analista de marketing digital e gestor de redes sociais. Atualmente, escreve para o Olhar Digital.

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