
Os acidentes nucleares são situações imprevistas relacionadas à geração de energia ou manuseio de material radioativo. Mesmo com todos os protocolos de segurança adotados nessas instalações, falhas técnicas e humanas, ou mesmo desastres naturais, podem causar esses reveses. Mas quais são os piores acidentes nucleares da história?
A principal função de uma usina nuclear é gerar eletricidade. Com o debate sobre as mudanças climáticas cada vez mais acirrado, há quem defenda essa forma de gerar energia e há quem critique.
Os apoiadores defendem que se trata de uma fonte de energia sustentável porque não produz emissões de carbono. Já os que se opõem a ela, utilizam a história para corroborar seus argumentos de que basta um acidente nuclear acontecer para que haja efeitos devastadores, inclusive a longo prazo.
Os acidentes nucleares podem causar danos graves ao meio ambiente, à saúde humana, como alguns tipos de câncer e também mutações genéticas. Alguns locais onde esses acidentes aconteceram estão proibidos de terem habitação por milhares de anos – como é o caso de Chernobyl.
A primeira usina nuclear foi inaugurada em 1954, na Rússia. De lá pra cá, muitos acidentes nucleares aconteceram. Por isso, em 1990, foi criada a Escala Internacional de Eventos Nucleares e Radiológicos (INES) para medir a segurança desses imprevistos. A INES classifica os eventos nucleares numa escala de 0 a 7.
Os acidentes nucleares que veremos a seguir estão dentro da escala grave, ou seja, são iguais ou superiores a 4.
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