Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 16 de setembro de 2025 · 2 min de leitura ·

Não é só em Nazaré; entenda como se formam as ondas gigantes

Não é só em Nazaré; entenda como se formam as ondas gigantes

Em 24 de fevereiro de 2024, o alemão Sebastian Steudtner bateu o seu próprio recorde ao surfar uma onda de 28,57 metros de altura na Praia do Norte, em Nazaré (Portugal).

O Guinness World Records ainda não reconheceu oficialmente a nova marca, mas isso é questão de tempo. E não que Steudtner esteja preocupado: até porque o atual recorde é dele também, de 29 de outubro de 2020, também em Nazaré (só que em uma onda de 26,21 metros).

A pequena vila portuguesa com apenas 10 mil habitante se tornou um dos lugares mais famosos do surfe nas últimas décadas. Um reduto para praticantes do esporte, mas também para os aficionados por emoção – e por que não, pelo perigo também.

Surfar uma onda com esse tamanho todo pode causar um acidente grave. É quase como cair de um prédio de 7 andares, com o agravante ainda de que, se estiver desacordado, o surfista pode afundar em águas profundas.

Não que os aventureiros estejam muito preocupados com isso. Tanto que os números vêm aumentando nos últimos anos. Assim como os locais. Nazaré não está sozinha nessa história.

Apesar de gigantescas, as ondas de Nazaré e das outras praias sobre as quais falamos acima nem se comparam às maiores ondas já registradas na história (e essas outras não são “surfáveis”, por assim dizer).

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