
A COP30, em Belém (PA), entrou oficialmente em sua segunda fase nesta segunda-feira (17), com a chegada de ministros e representantes de alto nível de diversos países. Este é o momento mais político (e mais tenso) da conferência. É quando governos precisam decidir o que estão dispostos a ceder para tentar fechar um acordo global sobre o clima.
A sessão de abertura desta etapa tem discursos do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), do embaixador e presidente da COP30, André Corrêa do Lago, de Simon Stiell (UNFCCC) e de Annalena Baerbock (ONU).
A semana decisiva começa com um documento-chave divulgado no fim do domingo (17). Ele reúne o diagnóstico técnico da primeira fase e resume as consultas sobre os quatro temas mais polêmicos que ficaram pendentes:
O consenso sobre financiamento, considerado o “fiel da balança”, será determinante para destravar os demais pontos.
A presidência separou esses quatro itens da agenda formal para permitir avanços na primeira semana, quando diplomatas conseguiram liberar mais de 100 temas técnicos.
Agora, o desafio é transformar esse diagnóstico em acordos reais. E evitar que a COP30 termine como apenas mais uma lista de impasses.
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