
A Artemis 2 entrou em seu sexto dia. E conforme a tripulação a bordo da cápsula Orion se aproxima da Lua, a visão fica cada vez mais impressionante. Em contato com o Centro de Controle da NASA, a especialista da missão, Christina Koch, relatou que nosso satélite natural parece cada vez mais marrom.
Nesta segunda-feira (6), a Orion alcança o lado oculto da Lua, a face do satélite que não pode ser vista da Terra. Com isso, os quatro astronautas a bordo da espaçonave se tornarão as pessoas que chegaram mais longe do nosso planeta na história da exploração espacial humana.
Durante a passagem pelo lado oculto, a tripulação perderá contato temporariamente com o centro de comando na Terra. Os astronautras aproveitarão o momento para registrar reflexões e observar a paisagem a olho nu.
Antes da decolagem, Christina Koch já havia ressaltado o valor da observação humana: “Embora seja difícil de acreditar, os olhos humanos são um dos melhores instrumentos científicos que temos”.
Vista da Terra, a cor da Lua costuma variar entre tons de branco, amarelo ou até avermelhado, dependendo das condições de observação. Essas cores não refletem a composição real do satélite, mas sim efeitos ópticos causados pela atmosfera terrestre.
Isso porque a Lua não emite luz própria – ela apenas reflete a luz do Sol, e em uma proporção relativamente baixa, entre cerca de 3% e 12%. Esse brilho muda conforme sua posição no céu e a forma como a luz atravessa a atmosfera.
Entre para comentar.