Cybercode
tecnoblog
tecnoblog
Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Aparelho usado pelo FBI ganha nova função: driblar vigilância no home office

Aparelho usado pelo FBI ganha nova função: driblar vigilância no home office

Com a pandemia, muita gente passou a trabalhar em regime de home office. A adaptação não foi só para funcionários, mas também para empresas e gestores. Nem sempre essa relação a distância é fácil, e algumas pessoas acabam recorrendo a um aparelho chamado mouse jiggler, que serve para manter o computador ativo.

“Jiggler” significa “objeto que treme”, ao pé da letra. O gadget serve para manter o cursor se movendo na tela sem depender do usuário.

Assim, comunicadores com Microsoft Teams e Slack deixam de mudar o status da pessoa para “ausente” ou “ocioso”, já que o computador está sempre ativo. Isso serve para se livrar da vigilância indireta dos chefes e das companhias, que podem ficar dando uma olhada se você está (ou não) no computador durante o expediente.

Os mouse jigglers não são exatamente uma novidade. Nos anos 2000, eles existiam como um aparelho que você plugava na porta USB do seu computador. Só isso bastava para ele controlar o cursor do mouse e fazê-lo se mexer sozinho na tela.

Esse era um método usado por equipes de TI e perícia policial para manter as máquinas rodando por longos períodos sem precisar digitar a senha novamente. Até mesmo o FBI recorria ao equipamento: ao apreender a máquina de um suspeito, os policiais espetavam um jiggler para evitar que ele se bloqueasse sozinho.

Sobre isso, aliás, é interessante saber que também há maneiras de driblar, como o software USBKill. Ele desliga automaticamente o computador ao plugar um novo dispositivo na porta. Também dá para configurar o programa para tomar ações mais destrutivas, como apagar arquivos específicos.

Fonte: Tecnoblog

Publicidade