Apple M1 Pro e Max são “monstros” no desempenho, mostram primeiros testes

A Apple anunciou os novos MacBooks Pro de 14 e 16 polegadas com aproveitamento melhorado do espaço frontal e mais recursos de conectividade. Mas o que chama atenção nesses modelos, de longe, são os chips M1 Pro e M1 Max, os mais poderosos já desenvolvidos pela companhia. Será? Testes independentes comprovam que essa afirmação não é exagerada.
Um dos testes — talvez o mais completo realizado até o momento — vem do AnandTech. O veículo esperava que o M1 Pro e o M1 Max impressionassem no desempenho, mas não tanto. A alta performance é percebida tanto no processamento pela CPU quanto nos recursos gráficos.
Apesar de ser o mais simples da dupla, o Apple M1 Pro esbanja poder de fogo. O chip é composto por dez núcleos de CPU: oito núcleos Firestorm focados em desempenho são complementados com dois núcleos Icestorm que lidam com tarefas mais simples em prol da eficiência energética.
Os núcleos Firestorm podem alcançar uma frequência de até 3.228 MHz; os núcleos Icestorm, até 2.064 MHz. Mas esses não são os únicos fatores que influenciam no desempenho. A forma como os núcleos foram combinados também faz diferença: os mais potentes foram divididos em dois conjuntos (clusters) de quatro núcleos.
Cada um desses conjuntos tem cache L2 de 12 MB, enquanto os núcleos de eficiência compartilham um cache L2 de 4 MB. O detalhe mais interessante é que cada conjunto consegue trabalhar com frequências diferentes e acionar núcleos de modo independente.
O AnandTech explica, por exemplo, que um cluster pode ativar todos os seus núcleos à frequência de 3.036 MHz enquanto outro aciona apenas um núcleo à taxa de 3.228 MHz. Essa flexibilidade, por assim dizer, é importante por permitir que o processamento seja otimizado na medida certa.
Fonte: Tecnoblog
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