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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Pix: BC vai implementar mais limites em transações a pedido de bancos

Pix: BC vai implementar mais limites em transações a pedido de bancos

A crescente onda de sequestros e crimes envolvendo o Pix levou o Banco Central a considerar o apelo de bancos para flexibilizar as regras de uso da ferramenta. Lançada em novembro de 2020, a opção de pagamento instantâneo vem sendo usado por criminosos; eles exigem que a vítima faça grandes transferências durante assaltos, ou aplicam golpes via mensagens de WhatsApp, prática que ficou conhecida como “Golpe do Pix”.

O Banco Central decidiu impor um limite de R$ 1.000 para transações via Pix feitas por clientes pessoa física, incluindo MEI, durante o período da noite, entre 20h e 6h. A medida também vale para outros meios de transferência, como TED, cartões pré-pagos e de débito.

A mudança também vale para o Facebook Pay, empresa de pagamentos que oferece pagamentos rápidos via WhatsApp.

Em coletiva, João Manoel Pinho de Mello, diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução do BC, afirma que essa mudança não vale para as empresas; elas podem continuar a fazer transferências noturnas via Pix com o limite anterior.

No formato antigo, os bancos precisam fornecer ao cliente um limite no Pix igual ao concedido para o TED. O usuário pode pedir o aumento ou diminuição desse teto, e o pedido é então ser avaliado pelo banco. Mas a instituição não pode abaixar ou elevar o valor por conta própria, sem a autorização do cliente.

Mas agora, segundo o Banco Central, isso será mantido apenas durante o dia. À noite, clientes podem pedir um aumento do Pix e do TED, mas o banco deve responder no mínimo 24 horas e no máximo 48 horas após a solicitação. Isso é válido apenas para canais digitais de atendimento — como o aplicativo.

Fonte: Tecnoblog

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