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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Amazon quer vigiar comportamento de funcionários para evitar roubo de dados

Amazon quer vigiar comportamento de funcionários para evitar roubo de dados

Seguindo outras grandes empresas de tecnologia, a Amazon está realizando uma nova investida contra os vazamentos de dados internos e de clientes. Agora, a companhia planeja monitorar os movimentos do teclado e do mouse dos funcionários do departamento de atendimento ao cliente em uma tentativa de impedir que alguns indivíduos desonestos, como impostores ou hackers, acessem os dados indevidamente.

As informações foram obtidas pelo Motherboard, da Vice, que conseguiu acesso a um documento oficial da Amazon que descreve várias situações comprovadas de roubo de dados de clientes da maior varejista do mundo.

Assim, a empresa considera implementar uma dura medida para tentar solucionar o problema. Mas não se trata de nenhum sistema de vigilância completa, no qual cada tecla digitada por um funcionário da Amazon é registrada e todas as comunicações são gravadas. 

A ferramenta que está sendo cogitada gera um perfil com base nos movimentos naturais do teclado e do mouse do funcionário e, a seguir, verifica continuamente se parece que a mesma pessoa está no controle da conta do empregado para capturar hackers ou impostores que podem tentar roubar dados. 

Esse problema de roubo de dados de clientes ainda é um tanto obscuro e veio à tona durante a pandemia de COVID-19, quando ocorreu a migração da vasta maioria de serviços para modelos remotos ou home office. Assim, a segurança e monitoramento das atividades dos funcionários e do sistema foram enfraquecidos.

O documento também argumenta que a Amazon precisa de monitoramento de teclado e mouse para combater várias ameaças diferentes. Uma delas envolve pessoas que se passam por funcionários de atendimento ao cliente e acessam com sucesso os dados dos usuários da Amazon. De acordo com um conjunto de auditorias manuais, uma equipe de segurança da Amazon encontrou quatro casos em que impostores acessaram esses dados, acrescenta a investigação.

Fonte: Tecnoblog

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