Windows 10 vai barrar programas indesejáveis de forma automática em PCs

A segurança do Windows 10 vai receber um reforço a partir deste mês de agosto: a Microsoft anunciou que o sistema operacional bloqueará automaticamente “aplicativos potencialmente indesejados” (PUA, na sigla em inglês) acessados via Microsoft Edge.
O recurso existe desde o Windows 10 2004, a atualização do sistema liberada em maio de 2020. Porém, essa proteção não é habilitada por padrão. Cabe ao usuário ir em Segurança do Windows e ativar a opção “Controle de aplicativos e do navegador” para que ela comece a funcionar.
Não mais. A Microsoft decidiu que chegou o momento de a proteção contra PUA passar a fazer parte das configurações nativas do Windows 10. Mas, se esse recurso é importante, por que ele não foi ativado antes?
Provavelmente, a explicação está no fato de aplicativos potencialmente indesejados não serem exatamente malwares. Eles podem representar algum tipo de perigo, por outro lado, os critérios para barrá-los precisam ser bem definidos para evitar que esse tipo de operação prejudique softwares legítimos.
Com base nisso, é de se presumir que a Microsoft tenha esperado para ativar a proteção por padrão para permitir que ela pudesse ser devidamente testada.
Entre softwares que são considerados PUA estão determinadas extensões para navegador, adwares, ferramentas que prometem “limpar” o sistema operacional, antivírus que não são precisos (apontam falsos positivos, por exemplo), programas que não cumprem as funções esperadas, entre outros.
Fonte: Tecnoblog
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