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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Sem cerimônia, Google oficializa Pixel 6 e 6 Pro com chip próprio “Tensor”

Sem cerimônia, Google oficializa Pixel 6 e 6 Pro com chip próprio “Tensor”

Após muita especulação sobre os próximos smartphones Pixel, o Google confirmou sem muita cerimônia, por meio de um blog post, que os celulares estão a caminho. O Pixel 6 e o Pixel 6 Pro vão contar com um chip de fabricação própria — o SoC “Tensor”, antes conhecido pelo codinome Whitechapel —, e devem chegar ainda em 2021 aos consumidores.

Antes de divulgar as primeiras renderizações oficiais do Pixel 6 e do Pixel 6 Pro nesta segunda-feira (02), o Google convidou alguns jornalistas para uma sessão exclusiva em Mountain View. Segundo o The Verge, o chefe de hardware Rick Osterloh admitiu que esta é a primeira vez que a empresa considera estar realmente no segmento ultra-high-end, disputando com marcas como Samsung, Apple e Huawei.

Isso se deve tanto ao acabamento em vidro, que está mais sofisticado, quanto ao interior do produto, e deve ser refletido também no preço: “certamente será um produto com preço premium”, disse Osterloh ao Verge.

Apesar disso, o Google não entrou em detalhes sobre quanto devem custar esses smartphones ou mesmo quando eles devem chegar ao mercado. Muitas características da ficha técnica também permanecem um mistério, mas a empresa finalmente confirmou os boatos sobre usar um chip de fabricação própria.

O nome Tensor faz referência às unidades de processamento de tensor, TPU, usadas pelo Google em data centers. Esse chip tem uma TPU móvel destinada a operações com inteligência artificial e um chip Titan M2 para segurança. O Google não deu mais informações sobre a CPU e a GPU do componente, mas sabe-se que apesar de existirem diferenças em memória entre o Pixel 6 e o Pro, ambos contarão com o mesmo SoC. A companhia não revelou se e quais outras empresas participaram da produção do chip.

De acordo com o Google, o chip usa aprendizado de máquina para melhorar o desempenho do aparelho, e é “muito competitivo”, em relação ao que as pessoas estão buscando, além de “totalmente diferenciado” em relação à IA.

Fonte: Tecnoblog

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