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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Pix está substituindo TED e até transações em dinheiro, diz Itaú

Pix está substituindo TED e até transações em dinheiro, diz Itaú

O Pix já passou de R$ 500 bilhões movimentados desde seu lançamento e já superou o TED e DOC em número de transações, segundo dados do Banco Central. Ele está substituindo até mesmo os pagamentos em dinheiro: é o que diz Marcos Cavagnoli, diretor do Itaú para open banking e gerenciamento digital de dinheiro, em entrevista ao Tecnoblog.

“A chegada do Pix pode impactar as receitas de TED e DOC, porém entendemos que o Pix está fomentando a bancarização da população, permitindo que mais pessoas tenham acesso a produtos e serviços bancários”, afirma Cavagnoli por e-mail. “Então, um movimento pode neutralizar o outro.”

Além disso, o Itaú está observando uma substituição gradual das transações em dinheiro graças ao Pix. Isso gera “reduções importantes de custos transacionais, como os atrelados a gestão de numerário, e traz mais segurança para a sociedade como um todo”, diz o executivo.

O Pix é gratuito para pessoa física e MEI, mas pode ser cobrado de pessoas jurídicas. Nubank e Inter têm tarifa zero para esse tipo de transação; enquanto isso, bancos tradicionais como Santander, Bradesco e Itaú possuem taxas para transferência e recebimento via chave Pix ou QR Code.

Cavagnoli diz que “o valor das transações varia de acordo com o montante da operação e depende do perfil do cliente, seu segmento e relacionamento com o banco”; e nota que o Pix é mais barato que outros tipos de transações.

Segundo a tabela de tarifas do Itaú, transferências via Pix feitas por clientes PJ devem pagar taxa de 1,45%, com tarifa mínima de R$ 1,75 e máxima de R$ 9,60.

Fonte: Tecnoblog

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