Facebook removeu 140 mil posts com fake news nas Eleições 2020

O Facebook apresentou dados sobre sua atuação contra fake news nas Eleições 2020. A empresa informou que, devido a violações de sua política contra interferência eleitoral, removeu 140 mil publicações em sua principal plataforma e no Instagram. Segundo a companhia, as publicações poderiam desencorajar eleitores a comparecerem às urnas com horários errados de votação, por exemplo.
Para autorizar a veiculação de um anúncio político, o Facebook também exige dados sobre o autor da campanha, que deverão confirmar a identidade e a residência no Brasil. Segundo a empresa, o objetivo é garantir mais experiência para os usuários.
Durante a campanha do primeiro turno, o Facebook mostrou um aviso no topo do feed para usuários se informarem sobre protocolos sanitários previstos para o dia da votação por meio de um link para o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo a empresa, o link foi clicado por cerca de 3 milhões de pessoas.
“Nos últimos quatro anos, fizemos investimentos significativos em tecnologia e pessoas para reduzir a desinformação, e para identificar e agir mais rapidamente sobre contas e conteúdos que violam nossas políticas”, afirmou o Facebook, em seu comunicado. “As equipes trabalhando para proteger a integridade de nossos serviços triplicou desde 2016, para mais de 35 mil pessoas”.
O WhatsApp, outra plataforma do Facebook, informou há alguns dias ter removido mais de mil contas por disparo de mensagens em massa durante a campanha de primeiro turno das Eleições 2020. Os números removidos foram denunciados por meio de um canal criado em parceria com o TSE.
De 27 de setembro a 15 de novembro, foram 4.759 denúncias na página do TSE. Do total, 129 foram removidas por não estarem relacionadas às eleições. As demais contas foram enviadas ao WhatsApp, que, ao desconsiderar as duplicadas e inválidas, chegou a 3.236 contas. Destas, a plataforma identificou que 1.004 violaram seus Termos de Serviço.
Fonte: Tecnoblog
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