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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Pix impede roubo digital usando bloqueio antifraude, explica BC

Pix impede roubo digital usando bloqueio antifraude, explica BC

Esta é a primeira semana de funcionamento do Pix. A estreia foi marcada por algumas dificuldades, mas nada preocupa mais o usuário do que o fator segurança: o sistema está preparado para mitigar fraudes ou roubos, por exemplo? Ao Tecnoblog, o Banco Central garantiu que sim e pontuou alguns dos mecanismos de proteção.

Um dos mecanismos é o limite de transferência de valores. Este, porém, não é definido pelo Banco Central. Cabe a cada instituição participante do Pix estabelecer o valor máximo para realização de transações com o qual os seus clientes podem contar.

A definição de limites pode ser baseada em diversos critérios, como perfil do cliente, horário de realização e canal de atendimento (aplicativo ou caixa eletrônico, por exemplo). A instituição pode definir limites para cada transação e para o total de operações realizadas em um dia ou mês.

Além disso, o limite pode variar para o mesmo cliente de acordo com as circunstâncias. As regras para isso dependem:

Ainda de acordo com o Banco Central, a instituição financeira deve dar ao cliente a opção de solicitar alteração do limite, acatando pedidos de diminuição do valor. Se a solicitação for de aumento, a instituição poderá acatá-la ou não, seguindo seus próprios critérios.

É preciso levar em conta ainda que as regras para definição de limites podem mudar com base na observação do mercado. Podemos traçar um paralelo com os limites de saques nos caixas eletrônicos. Cada banco trabalha com um limite de saque diário nos terminais de autoatendimento.

Fonte: Tecnoblog

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