Zoom é banido até no Google e chama especialistas para deter crise

Os problemas de segurança e privacidade do Zoom continuam gerando repercussão negativa para o serviço. Os “episódios” mais recentes vêm do Google e do governo de Taiwan, que baniram o uso da ferramenta de videochamadas por seus funcionários. Em reação, a Zoom Video Communications decidiu contratar Alex Stamos, ex-diretor de segurança do Facebook.
No caso do Google, surpreende que os funcionários da companhia estivessem usando o Zoom, afinal, a companhia tem seu próprio serviço de videochamadas corporativas: o Meet, que faz parte do pacote G Suite.
De todo modo, a companhia emitiu um comunicado interno para proibir o uso do Zoom, por motivos óbvios. Ao The Verge, a companhia confirmou a proibição argumentando ter uma política que impede o uso de aplicativos que não são aprovados por sua equipe de segurança.
Dentro da empresa, os funcionários que recorrem ao Zoom para conversar com familiares e amigos só poderão fazê-lo a partir de agora via navegador (não exige a instalação de um cliente no computador) ou celular.
Em Taiwan, as restrições ao Zoom são mais rigorosas. Todas as agências governamentais foram proibidas de realizar reuniões online com a ferramenta, decisão que também atingiu escolas que vinham transmitindo aulas pelo serviço.
Novamente, a preocupação com a segurança é o motivo, mas com um agravante: na semana passada, veio à tona a informação de que, vez ou outra, o Zoom armazenava chaves criptográficas de transmissões em servidores na China, o que poderia expor as comunicações de Taiwan ao governo chinês.
Fonte: Tecnoblog
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