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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Rivais do Spotify crescem (um pouco) após polêmica de fake news em podcasts

Rivais do Spotify crescem (um pouco) após polêmica de fake news em podcasts

Depois que um podcast hospedado no Spotify divulgou inverdades sobre a COVID-19, a empresa tem ficado sob pressão. Alguns artistas — com o exemplo mais marcante de Neil Young — abandonaram o serviço como forma de protesto e, quase que ao mesmo tempo, muitos usuários também. Isso significa que plataformas rivais ganharam mais clientes, certo? Sim, pero no mucho.

Que conste desde já: em número de usuários, o Spotify está muito bem. Para você ter ideia, a companhia fechou 2021 com 400 milhões de usuários ativos.

O problema é que, nas últimas semanas, movimentos como #cancelspotify e #deletespotify ganharam força nas redes sociais, especialmente no Twitter. Os usuários que aderem a essas campanhas, por assim dizer, protestam contra o podcast de Joe Rogan, que publicou um episódio no fim do ano que trouxe afirmações falsas sobre a COVID-19.

Diante da repercussão do assunto, o CEO do Spotify, Daniel Ek, publicou uma carta em que promete deixar as regras da plataforma mais transparentes para produtores de conteúdo e exibir avisos em conteúdos sobre COVID-19 que levam a um hub de informações confiáveis sobre a doença.

Mas nada aconteceu a Rogan. Há quem defenda que ele seja banido do Spotify ou, ao menos, tenha o episódio problemático removido de lá.

Esse é o pano de fundo para muitos usuários decidirem trocar de plataforma de streaming de áudio. Mas qual o impacto desse movimento para o Spotify e para os serviços concorrentes?

Fonte: Tecnoblog

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