iPhone SE (2022) vende menos do que o esperado e Apple deve reduzir produção

O novo iPhone SE da Apple não está com bons números de vendas. Por isso, a Apple deverá reduzir a produção do modelo de terceira geração poucas semanas após seu lançamento, segundo fontes ouvidas pelo jornal japonês Nikkei Asia. Aparentemente, a demanda pelo smartphone está sendo menor que o esperado e o conflito entre a Rússia e Ucrânia gera cada vez mais incertezas sobre o mercado.
A Apple teria informado seus fornecedores para reduzir a produção do aparelho para o próximo trimestre. Estima-se que o corte seja de 20%, ou entre dois e três milhões de unidades a menos, segundo as fontes ouvidas pelo Nikkei em condição de anonimato.
Inicialmente, analistas esperavam que a demanda pelo iPhone SE fosse forte em 2022, com vendas superando 30 milhões de unidades. No entanto, isso não deve se concretizar. A razão para o corte seria uma “demanda mais fraca do que o esperado” pelo novo smartphone, anunciado no dia 8 de março.
Além das informações do Nikkei Asia, o analista Ming-Chi Kuo, da TF International Securities, também afirmou nesta segunda-feira (28) que a Apple está reduzindo a produção do novo iPhone SE. Em um tweet, o especialista disse que, por suas análises, espera remessas de 15 a 20 milhões de unidades em 2022, números consideravelmente mais baixos do que os previstos anteriormente.
Além do iPhone SE, outros produtos da Apple também estariam sofrendo cortes na produção. No entanto, as razões são diferentes. Fontes familiarizadas contaram ao Nikkei Asia que a oferta do iPhone 13 também será reduzida, mas devido a mudanças sazonais de demanda. A produção de AirPods também passaria por cortes, mas não foram especificados quais modelos e nem a razão por trás disso.
Por fim, o contexto geopolítico tenso, resultado da invasão russa na Ucrânia, também parece estar contribuindo para a redução na produção dos aparelhos. A inflação e as incertezas de mercado estariam afetando a demanda pelo novo iPhone SE, de acordo com as fontes do Nikkei Asia.
Fonte: Tecnoblog
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