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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Mega se irrita com inclusão em lista de serviços piratas da União Europeia

Mega se irrita com inclusão em lista de serviços piratas da União Europeia

A Mega, empresa de armazenamento em nuvem que é sucessor do Megaupload, foi incluído na lista de observação de pirataria da União Europeia (UE). Entretanto, a empresa afirma que a medida da UE é ilegítima e ignora o trabalho antipirataria da Mega. A lista da UE serve para informar quais sites podem ser “problemáticos”, sem nenhuma decisão punitiva.

Ainda assim, estar presente na lista é algo negativo para uma empresa que busca se separar do seu criador — seja o velho site Megaupload ou Kim Dotcom, fundador do baixador de arquivos derrubado em 2012. A UE incluiu o Mega na lista por causa de possíveis violações de direitos autorais musicais. 

Em Cidade de Deus, o personagem Zé Pequeno muda de nome após um pai de santo dizer que Dadinho, seu primeiro “apelido”, já estava crescido. No caso da Mega, a mudança de nome também envolve o seu crescimento.

Em 2012, o Megaupload foi fechado após uma operação da justiça americana. Um ano depois, o site ressurgiu com o nome Mega, adotando uma proposta mais “law friendly” de serviço de armazenamento em nuvem e em conformidade com as leis de direitos autorais — Kim Dotcom não está mais envolvido com o Mega. 

O serviço possui em seu site uma página sobre a sua política de transparência e proteção de direitos autorais. De acordo com o próprio Mega, mais de 1,7 milhão de arquivos foram excluídos por violação dessas políticas até setembro deste ano — o equivalente a 0,001%

Porém, a UE não está muito confiante sobre isso. Na lista de observação, o órgão europeu utilizou como argumentos para que o Mega fosse incluído o fato de que não há filtros para o upload de arquivos e uma decisão da justiça russa que bloqueou o site no país.

Fonte: Tecnoblog

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