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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

IA do Google foi considerada até “cringe” em testes iniciais, revela jornal

IA do Google foi considerada até "cringe" em testes iniciais, revela jornal

Os funcionários do Google tiveram “fortes opiniões” sobre o Bard, a IA generativa do Google, no início dos seus testes. Em documentos acessados pela Bloomberg, o Bard foi considerado “pior que inútil” e um “mentiroso compulsivo”. Para esses funcionários, a IA não deveria ser lançada.

O jornal americano entrevistou 18 funcionários do Google, entre ex e atuais empregados. A Bloomberg acessou documentos internos do desenvolvimento do Bard, mais especificamente do período em que funcionários de outras equipes foram chamados para treinar a IA. Para complicar, a divisão de ética do Google foi “ignorada” sobre o lançamento do Bard.

Na captura de tela de uma conversa interna, a Bloomberg teve acesso a mensagens de funcionários chamando o Bard de “mentiroso compulsivo”, “pior que inútil: por favor não lancem” e “cringe” — um termo usado pelos milennials para vergonha-alheia.

Essas reações vêm das respostas dadas pelo Bard às perguntas feitas pelos funcionários — afinal, eles tinham que treinar a IA.

Nos relatos dos testes, os empregados fizeram perguntas sobre como mergulhar com equipamentos e como pousar um avião. No primeiro caso, um funcionário relatou que a resposta do Bard causaria lesões sérias ou morte”. Já no segundo caso, o feedback foi que as instruções da IA causaria uma queda do avião.

Sobre essa resposta do pouso, temos que aliviar a barra do Bard. Se alguém faz essa pergunta para uma IA, ela provavelmente não tem experiência de pilotagem — e as chances de derrubar o avião são altas.

Fonte: Tecnoblog

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