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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Reino Unido quer mudanças no acordo entre Microsoft e Activision

Reino Unido quer mudanças no acordo entre Microsoft e Activision

A compra da Activision Blizzard pela Microsoft foi liberada pela Justiça dos EUA, mas resta o sinal verde das autoridades do Reino Unido. A Autoridade de Concorrência e Mercados (CMA) do país disse que um acordo reestruturado entre as duas empresas pode resolver as pendências, mas o órgão precisaria investigar novamente a aquisição.

O anúncio foi feito pela CMA pouco depois da vitória da Microsoft contra a Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC). Segundo a autoridade britânica, novos termos podem satisfazer suas preocupações. Isso, porém, não é garantido: o negócio passaria por nova investigação da entidade.

Após a decisão da Justiça dos EUA de terça-feira (11), que recusou um pedido de liminar do FTC para suspender a compra, Microsoft e CMA anunciaram a intenção de negociar formas de suspender o bloqueio no Reino Unido. Isso só aconteceu depois de a empresa concordar em pausar o recurso apresentado na Justiça do país.

A posição da CMA é de que a Microsoft não pode apenas apresentar remédios comportamentais. Isso quer dizer que prometer que Call of Duty estará disponível para outras plataformas, por exemplo, não será suficiente. A mudança teria que ser estrutural, isto é, uma transmissão definitiva de direitos ou ativos.

Enquanto outras autoridades antitruste se concentraram na questão dos títulos exclusivos, como o já mencionado Call of Duty, e sua disponibilidade para PlayStation e Nintendo Switch, a CMA bloqueou a compra por outro motivo.

O órgão considera que a compra da Activision Blizzard vai colocar a Microsoft em uma posição injusta de vantagem no incipiente mercado de cloud gaming.

Fonte: Tecnoblog

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