Eles crescem rápido: Pix faz 2 anos e está cada vez mais maduro

Parece que foi ontem que sentimos aquela expectativa de usar o “tal do Pix” pela primeira vez. 2 anos depois do seu lançamento, o método de pagamento está tão enraizado no brasileiro que você provavelmente nem pergunta mais “aceitas Pix?”.
Os dados divulgados pelo Banco Central reforçam esse comportamento. Mesmo com taxa menor, a criação de chaves Pix continua crescendo — assim como a movimentação financeira. E, por consequência, os valores das transações.
O Pix começou a engatinhar ainda em 3 maio de 2018. Nessa data, o Banco Central (BC) divulgou uma portaria que oficializou a criação de grupo de trabalho (GT) para desenvolver um método de pagamento instantâneo entre diferentes bancos. Pouco mais de 2 anos e 6 meses depois da criação do GT — e no meio da pandemia —, o Pix foi lançado.
Não sei você, mas eu fui logo um “early adopter” da ferramenta e estava curioso para ver na prática o seu funcionamento. Provavelmente, meu primeiro uso foi alguma transferência pessoa para pessoa — o principal tipo transação do Pix desde o seu lançamento.
O crescimento da ferramenta foi “exponencial” no número de chaves criadas — mais de 523 milhões (contando as chaves aleatórias), transferências e valores movidos. Estes dois últimos intimamentes ligados: se há mais pessoas transferindo dinheiro, logo há mais dinheiro movimentado.
Por falar em dinheiro, o Pix movimenta valores impressionantes. Só neste ano, mais de R$ 7,5 trilhões foram transferidos usando a ferramenta de pagamento instantâneo. Para chegar nessa quantia, o número de transações mensais no Pix passa dos bilhões desde setembro de 2021.
Fonte: Tecnoblog
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