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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Governo pode taxar produtos ilegais da China a pedido da Havan e Magalu

Governo pode taxar produtos ilegais da China a pedido da Havan e Magalu

O governo Bolsonaro começou a se mobilizar para taxar produtos ilegais vindos da China. Quem coordena esse esforço é a dupla formada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Segundo a revista Veja, os dois querem tributar produtos ilícitos vindos do país asiático a pedido de varejistas brasileiras como Magalu e Havan.

Além do Magazine Luiza e da Havan, o movimento teria o apoio de outros bilionários donos de empresas nacionais, diz a reportagem.

Recentemente, o debate sobre a tributação de produtos vindos do exterior por meio de avião levou o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), taxar com alíquota de 18% do ICMS sobre compras internacionais. Isso vale para empresas que não têm um centro de distribuição no Brasil, como a singapurense Shopee e chinesa AliExpress.

A iniciativa de empresários locais quanto aos produtos ilegais vindos da China coincide com o crescimento da base de clientes da Shopee no Brasil.

Segundo analistas do Morgan Stanley, a varejista da Sea Group, empresa que é dona também da Garena — estúdio do popular jogo para mobile Free Fire — foi citada por 37% dos brasileiros entrevistados pelo banco americano como um destino de compras em 2021. Em comparação, a marca só era uma referência de compra para 6% dos consumidores em 2020.

Já analistas do banco Goldman Sachs esperam que a participação da Shopee no Brasil cresça até 20% nos próximos três anos. “Nós esperamos que ela permaneça relevante em 2022 à medida que continua a desenvolver sua presença e oferta de serviços”, disseram os pesquisadores.

Fonte: Tecnoblog

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