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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Diretora de produto do Twitter sai da empresa em nova rodada de demissões

Diretora de produto do Twitter sai da empresa em nova rodada de demissões

O Twitter desligou mais funcionários neste fim de semana. De acordo com o New York Times, a rede social adquirida por Elon Musk demitiu aproximadamente 200 das 2.000 pessoas restantes na empresa. A redução da força de trabalho atingiu diversos cargos, incluindo gerentes de produtos, engenheiros e até mesmo executivos de alto escalão, como a diretora Esther Crawford, que chegou a dormir no escritório no ano passado.

Os cortes aconteceram no sábado (25), quando os colaboradores descobriram que perderam acesso às contas de email, aos computadores da empresa e outras ferramentas corporativas. A demissão, no entanto, só foi confirmada no dia seguinte. Na ocasião, os funcionários do Twitter usaram o Twitter para se despedir dos colegas.

O corte reduziu ainda mais a folha de pagamento da rede social. Para se ter ideia, no ano passado, a empresa tinha por volta de 7.500 funcionários. Depois de um processo de redução da força de trabalho bem caótico, o número de contratados caiu para aproximadamente 2.000 pessoas.

Twitter (Imagem: Jeremy Bezanger / Unsplash)
Twitter (Imagem: Jeremy Bezanger / Unsplash)

Este serviço, cabe ressaltar, é uma das cartas na manga de Elon Musk para levantar o caixa da plataforma.

Mas este não é o único fato que chama a atenção. Em novembro de 2022, Evan Jones, da equipe de produto da rede social, publicou uma foto da executiva dormindo no escritório do Twitter. Imediatamente, Crawford deu um retweet na imagem e comentou: “quando sua equipe está trabalhando sem parar para cumprir prazos, às vezes você dorme onde você trabalha”.

Não é de se espantar que essa foto veio à tona depois das demissões. Em resposta ao tweet de Schiffer, o também jornalista Thomas Benkö observou que “dormir no escritório não é hardcore o suficiente”. Também teve quem lembrou que, no meio de tanta confusão, ela era “a única pessoa que tinha lealdade quase incondicional (ou assim parece)”.

Fonte: Tecnoblog

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