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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

O avanço da IBM com o Condor, processador quântico que supera 1.000 qubits

O avanço da IBM com o Condor, processador quântico que supera 1.000 qubits

Se um dia a IBM foi conhecida por seus PCs e servidores, hoje a companhia se destaca na computação quântica. Seu feito mais recente na área é o Condor, processador quântico que alcança incríveis 1.121 qubits. Mas ele não chega sozinho. A IBM também anunciou o Heron, chip que marca os esforços da empresa para tornar os computadores quânticos mais estáveis.

A IBM está fortemente engajada com a computação quântica em razão do potencial que o conceito tem para resolver problemas altamente complexos. Pesquisas que tornam a meteorologia mais precisa ou que buscam tratamentos eficientes para doenças hoje incuráveis são apenas alguns exemplos de aplicações que podem se beneficiar da magnitude de um bom sistema computacional quântico.

Outro exemplo, este mais específico: a Boeing tem usado a computação quântica da IBM para estudar a ocorrência de corrosão na estrutura de aviões.

O elemento essencial dessa revolução é o qubit, abreviação de “bits quânticos”. Enquanto a lógica binária faz um bit assumir um estado representado por 0 ou 1, um qubit pode assumir 0, 1 ou ambos os valores ao mesmo tempo. Essa sobreposição permite que operações complexas sejam realizadas com muito mais eficiência do que na computação tradicional.

Com o Condor, a IBM ultrapassa a barreira dos 1.000 qubits pela primeira vez. É um feito notável, afinal, a companhia tem conseguido escalar a capacidade de seus chips quânticos com intervalos de meses em vez de levar vários anos para isso. Notamos isso olhando para o seu histórico recente de chips quânticos anunciados:

Para pular de 433 para 1.121 qubits de uma geração para a outra, a IBM desenvolveu um design de chip que, entre outros avanços, aumenta a densidade dos bits quânticos em 50%.

Fonte: Tecnoblog

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