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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Gigante chinesa quer brigar com Samsung e frear celular ilegal no Brasil

Gigante chinesa quer brigar com Samsung e frear celular ilegal no Brasil

Uma empresa desconhecida de boa parte dos brasileiros fez sua estreia no mercado nacional: a Oppo, que figura entre as maiores vendedoras de celulares do planeta. Aliás, talvez o termo reestreia fosse mais pertinente, já que alguns modelos foram vendidos por aqui há dois anos. Tudo mudou de lá para cá: a ambição da companhia chinesa agora é de peitar a Samsung, ter uma posição de relevo e ainda frear a febre dos celulares ilegais.

Esta é a visão do diretor de vendas Marco Vorrath. Numa conversa exclusiva, ele me contou os bastidores da estruturação da Oppo, com direito a fabricação em Manaus e garantia de dois anos. Confira nas linhas a seguir. O material foi editado para fins de clareza e brevidade.

Celular azul
Oppo A58 se conecta à internet 4G (Imagem: Divulgação/Oppo)

Thássius Veloso – Esta é a segunda investida da Oppo no país. O que mudou de lá para cá?

Marco Vorrath (Oppo) – Aquilo em 2022 foi um experimento com um lote pequeno de produtos e que não tem nada a ver com a operação de hoje. Nós tínhamos um intermediário que fazia a relação comercial. De lá para cá, nós nos prepramos para entrar de forma competitiva no Brasil, começamos a produção com o Grupo Multi (antiga Multilaser) no mês passado e já estamos realizando vendas no Magalu e em lojas online. Este primeiro momento se propõe a ter um varejo com muita presença em loja física. O mercado pode esperar muitos promotores nos pontos de venda.

A liderança da empresa mudou? Quais os aprendizados do que deu certo e errado na primeira investida?

A liderança atual é completamente diferente. Contamos com o David Yuan, nosso CEO no Brasil, e outros executivos que vieram da matriz na China. Não consigo te dizer os aprendizados porque não tínhamos departamentos de vendas ou de marketing, por exemplo. Isto estava sob controle de um intermediário. A nossa estrutura prevê executivos cuidando de várias regiões do Brasil. Embora o mercado de celulares esteja caindo, a Oppo notou que o mercado carece de uma segunda ou terceira marca. Isso vale tanto para o consumidor final quanto para as operadoras e os varejistas, que não querem estar na mão de apenas dois players na categoria intermediária. Eles querem ter mais um coadjuvante forte para poder sacudir o mercado.

Fonte: Tecnoblog

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