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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Google Flights passa a mostrar voos ainda mais baratos

Google Flights passa a mostrar voos ainda mais baratos
Logotipo do Google
Google fará buscas mais amplas, mas isso envolve abrir mão do conforto (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O Google anunciou uma mudança em sua ferramenta de pesquisa de passagens aéreas, o Google Flights (ou Google Voos, aqui no Brasil). O serviço terá uma nova aba com os voos mais baratos e, às vezes, alguns itinerários “criativos”. A novidade será disponibilizada no mundo todo nas próximas duas semanas.

Até agora, o Google Flights colocava os melhores voos no topo da lista. Isso levava em consideração diferentes critérios além do preço, como duração da viagem, conexões e outros itens de conveniência. Estes resultados continuarão existindo, na aba Best (que deve se chamar “Melhores” no Brasil). Ao lado dela, haverá a aba Cheapest (”Mais baratos”), com as passagens mais em conta encontradas.

Tela do Google Flights com nova aba de preços mais baixos
Voos mais baratos ficarão em destaque (Imagem: Divulgação / Google)

Já é possível reordenar a lista de voos encontrados pelo Google Flights segundo vários critérios, como emissões, duração e preço. Com a nova aba, porém, o Google afirma que os itinerários podem ser mais “criativos”.

Isso quer dizer que eles podem ter escalas mais longas, passagens compradas em companhias aéreas diferentes, conexões por conta própria (que exigem refazer o check-in), ida e volta por aeroportos diferentes, entre outras soluções menos comuns. Isso não é exatamente novo: Skyscanner e Kiwi já sugerem estas soluções, por exemplo.

O buscador também vai procurar ofertas em plataformas de terceiros e agências de viagens, podendo, inclusive, comprar passagens de diferentes agentes para encontrar o melhor preço.

Em uma simulação feita pela Cnet, uma viagem de Los Angeles para Nova York, ida e volta, ficava em US$ 174 na aba de melhores opções, com voos diretos. Na aba das opções mais baratas, ficava US$ 128, mas isso incluía uma escala de 10h em Denver.

Fonte: Tecnoblog

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