Operadoras virtuais são piores que as tradicionais, revela estudo

As operadoras virtuais (também chamadas de MVNOs, na sigla em inglês) têm crescido no mundo. Aqui no Brasil, é possível contratar o serviço da atriz Larissa Manoela ou do Flamengo, apenas para citar dois casos notáveis. No entanto, os consumidores dessa modalidade de telecomunicação podem enfrentar redes mais lentas e menos confiáveis.
É o que mostra um estudo feito pela empresa Opensignal, especializada em mensuração de dados de telefonia, e divulgado nesta semana. Os clientes de operadoras virtuais obtêm velocidade média de 32,1 Mb/s, contra 38,7 Mb/s das operadoras tradicionais – Claro, Vivo, TIM e Brisanet, entre outras.
Hoje, as empresas desse tipo respondem por 3,7% do mercado global de telefonia, de acordo com a consultoria TeleGeography. Há países onde são mais populares, como México (13%) e Reino Unido (14%).

No caso do Brasil, os adeptos de MVNOs também sofrem com uma experiência de telecomunicações menos confiável. Esse indicador avalia a capacidade de os consumidores se conectarem à rede e realizarem tarefas básicas, como navegar na web e enviar mensagens pelo WhatsApp.
A escala vai de 0 a 1000. As operadoras virtuais conseguiram pontuação de 757, ao passo que as teles tradicionais chegaram a 831. Foi a maior diferença entre os sete países pesquisados.

O levantamento não traz dados do Brasil, mas temos uma pista ao observar o que acontece nos Estados Unidos. Por lá, os clientes de operadoras virtuais citam o custo como fator mais importante, em detrimento de velocidade e qualidade de rede.
Fonte: Tecnoblog
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