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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Ameaçar modelos de IA pode gerar respostas melhores, diz cofundador do Google

Ameaçar modelos de IA pode gerar respostas melhores, diz cofundador do Google

Ser educado com modelos de inteligência artificial pode não ser a melhor estratégia. De acordo com Sergey Brin, cofundador do Google, ameaçar modelos de IA tende a gerar respostas melhores. A declaração foi feita na semana passada, durante o All-In Live, evento realizado em Miami.

“Não divulgamos muito isso na comunidade de IA. Não apenas nossos modelos, mas todos tendem a se sair melhor se você os ameaçar… com violência física”.

Ilustração com o texto "AI" ao centro
Modelos de linguagem reproduzem padrões (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

No mês passado, o CEO da OpenAI, Sam Altman, revelou que dizer “por favor” e “obrigado” ao ChatGPT eleva o consumo de energia — algo que custa caro para a empresa —, mas pode melhorar as respostas. A declaração de Brin contrasta com a de Altman nesse sentido. 

Vale mencionar que Brin parece ter ativado o modo “sincerão” recentemente. Durante o Google I/O 2025, na semana passada, ele também admitiu ter cometido muitos erros no desenvolvimento do Google Glass.

Mas o debate sobre como interagir com modelos de linguagem ganhou força com a popularização da engenharia de prompts — técnica usada para ajustar comandos e obter melhores resultados das IAs.

Modelos de linguagem, segundo especialistas ouvidos pelo The Register, são considerados “papagaios estocásticos”: sistemas que apenas reproduzem padrões aprendidos, mas que podem combiná-los de maneiras imprevisíveis.

Fonte: Tecnoblog

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