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Games · · 2 min de leitura ·

O que alguém que nunca jogou outro ‘Final Fantasy’ achou de ‘Final Fantasy XV’

O que alguém que nunca jogou outro 'Final Fantasy' achou de 'Final Fantasy XV'




Assim que você inicia Final Fantasy XV, surge na tela a seguinte frase: “Um Final Fantasy para fãs e novatos”. É com essas boas-vindas que o game convida tanto os jogadores que passaram pelos mais de 20 títulos da série quanto aqueles que passaram longe da franquia nos últimos anos.

Eu me incluo nessa segunda categoria. Para ser bem sincero, até joguei Final Fantasy VI no Super Nintendo e Final Fantasy VII no primeiro PlayStation, mas nunca conclui qualquer um dos dois. Minha experiência com a franquia de RPG da Square Enix se limita a cerca de duas horas, acumuladas, com o controle nas mãos.

Também vi alguns outros jogos da série na casa de amigos, mas não posso dizer quais eram já que são tantos títulos, números, derivados e afins que é fácil se perder na cronologia de lançamentos. Na verdade, minha pouca experiência com RPGs japoneses não se limita a Final Fantasy.

Joguei pouco de Chrono Trigger, Kingdom Hearts, Dragon Quest e Tales of Vesperia, mas o suficiente para não me sentir atraído pelo gênero. Há características em games desse tipo que me interessam, sim, mas, num geral, nunca consegui me envolver totalmente com os conceitos, mecânicas e histórias desses games.

Foi com essa bagagem que decidi experimentar Final Fantasy XV, o novo título na longeva franquia da Square Enix e que passou quase 10 anos em desenvolvimento. Afinal, se o próprio game se mostra convidativo para “fãs e novatos”, achei que valia a pena dar uma chance.

Final Fantasy XV começou bem na minha experiência. O design dos menus e a trilha sonora, épica e grandiloquente como eu imaginava, desperta uma certa nostalgia, uma sensação de estar ligando um clássico do Super Nintendo novamente. Me senti diante de um jogo de videogame de verdade, e não um filme interativo como tantos estúdios fazem hoje em dia.

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