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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

China domina Olimpíadas de Robôs em torneio marcado por quedas

China domina Olimpíadas de Robôs em torneio marcado por quedas
Robô na pista de corrida para os Jogos Mundiais de Robôs Humanoides
Empresa chinesa Unitree foi a maior premiada, com 11 medalhas (imagem: reprodução/Xinhua/Xie Han)

Pouco mais de um ano após o encerramento dos Jogos Olímpicos de Paris, os chineses receberam a primeira edição dos Jogos Mundiais de Robôs Humanoides. Realizado entre a última sexta-feira (15/08) e domingo (17/08), o evento reuniu engenheiros, universidades e empresas para mostrar avanços em robótica por meio de competições esportivas e desafios técnicos.

No National Speed Skating Oval, mesmo palco da Olimpíada de Inverno de 2022, mais de 500 robôs competiram em provas que iam do atletismo ao kung fu. No total, 280 times de 16 países, incluindo o Brasil, participaram da competição, mas, como de costume, os donos da casa mantiveram o favoritismo.

Cada prova funcionou como teste para sensores, articulações e algoritmos de tomada de decisão em contextos variados. Segundo o jornal Al Jazeera, esta foi a primeira competição internacional voltada exclusivamente a robôs humanoides e reforçou a ambição chinesa de colocar o país no centro do mapa da robótica mundial.

Robôs em partida de futebol
Competição conteve modalidades desde esportivas a provas funcionais (imagem: reprodução/Xinhua/Xie Han)

As provas foram divididas em duas grandes categorias: esportes adaptados e tarefas funcionais. Do lado esportivo, os robôs competiram em corridas de 100 e 1.500 metros, salto em altura, boxe, partidas de futebol, lutas de kung fu e até levantamento de peso. Houve ainda demonstrações de equilíbrio e simulação de natação em esteira.

Já as provas funcionais incluíram transporte de suprimentos médicos, organização de medicamentos, limpeza hospitalar, missões de resgate e outras atividades que buscam aproximar as máquinas de cenários reais de aplicação.

O CEO da companhia chinesa Unitree, Wang Xingxing, afirmou ao jornal estatal Global Times que as corridas não refletem diretamente o uso real, mas servem como teste de confiança: “Se um robô aguenta exercícios intensos e corridas longas, você pode confiar que ele será confiável na vida cotidiana”.

Fonte: Tecnoblog

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