Celular Seguro poderá ser usado mesmo se aparelho não estiver cadastrado

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) anunciou que o programa Celular Seguro não precisa mais do registro de IMEI de celulares. Além disso, o cadastro poderá ser feito após o aparelho ter sido perdido ou roubado, usando apenas o número de telefone. A pasta considera que, dessa forma, o Celular Seguro passa a estar disponível para todos os brasileiros, não apenas os 3,6 milhões de cadastrados.
De acordo com o MJSP, o cadastro pode ser feito pela vítima em até 15 dias após o crime. Depois, ao registrar a ocorrência, basta informar a data e o horário, bem como a linha telefônica utilizada no celular. É possível entrar no site ou no app do Celular Seguro usando outro celular, um tablet ou um computador. O usuário precisa apenas acessar sua conta gov.br.
Ao eliminar a necessidade de cadastro do IMEI, a tendência é que fique mais fácil registrar uma ocorrência. Esse número, que funciona como uma espécie de identidade do celular, fica na caixa do aparelho ou em sistemas de localização usados por fabricantes. Nem todo mundo consegue achá-lo com facilidade.

Com a mudança no sistema, o passo a passo para emitir um alerta no Celular Seguro ficou um pouco diferente.
O programa Celular Seguro atua para diminuir os prejuízos de uma vítima de roubo ou furto. Ao registrar um alerta, as seguintes medidas são tomadas:
Vale também dizer o que o Celular Seguro não é capaz de fazer. O serviço bloqueia as funções de telefonia de smartphone, como chamadas, internet móvel e SMS. Porém, ele não impede o acesso ao conteúdo do aparelho, já que não há nenhum tipo de acesso ou integração ao iOS (da Apple) ou ao Android (do Google, usado pelas demais fabricantes).
Fonte: Tecnoblog
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