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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Anatel homologa o último Galaxy S26 que faltava

Anatel homologa o último Galaxy S26 que faltava

Toda a linha Galaxy S26 está habilitada para ser comercializada no Brasil: o Tecnoblog encontrou os documentos de homologação do modelo base na Agência Nacional de Telecomunicações. O aparelho de código SM-S942B/DS foi aprovado pela Anatel em 29/01 a pedido da Samsung Eletrônica da Amazônia.

Ele formará conjunto com os modelos Plus e Ultra, já certificados pela agência, em um arranjo de três versões que se repete desde o Galaxy S20. E algo que também repete os antecessores é a ausência de UWB no menor modelo da família: o Galaxy S26 não possui o recurso, presente apenas nos irmãos Plus e Ultra.

Certificado de homologação do Galaxy S26
Certificado de homologação do Galaxy S26 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O restante da conectividade avançada permanece: o modelo está equipado com 5G, Wi-Fi 7 de três bandas, Bluetooth, NFC e carregamento sem fio compatível com carregamento reverso (que a Samsung chama de Wireless Power Sharing), provavelmente baseado na nova versão do protocolo Qi2.

O Galaxy S26 virá com bateria de 4.175 mAh nominais (provavelmente 4.300 típicos), maior que a do antecessor Galaxy S25 (4.000 mAh típicos). Este upgrade não alcançou os irmãos maiores, que permanecem com a mesma capacidade de carga de seus antecessores. Para recarga, o carregador de 25 W (EP-TA800) virá na caixa, assim como no restante da linha.

Algo que também permanece idêntico ao restante dos modelos é a produção do aparelho: ele será fabricado na Coréia do Sul, no Vietnã e nas três fábricas brasileiras da Samsung, em Manaus e Campinas.

Galaxy SmartTag 2 suporta UWB, com localização mais precisa, mas o S26 base não (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Os rumores apontam que a Samsung deverá fazer o lançamento do modelo ainda neste mês. O especialista em vazamentos Evan Blass publicou os convites do Samsung Unpacked com a data de 25 de fevereiro. O preço também permanece uma incógnita, já que a falta de RAM e memórias Flash elevou o custo dos componentes.

Fonte: Tecnoblog

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