Stadia, PS5 e Xbox ‘Scarlett’: saiba o que cada um tem a oferecer

A E3 2019 acabou, e com isso podemos projetar o que vem pela frente para mais um ano no mundo dos videogames. Esta edição, no entanto, foi um pouco diferente das demais: tivemos um novo competidor pisando no território de Sony e da Microsoft: o Google e o seu projeto de jogos via streaming, o Stadia.
Além disso, a Sony não foi uma presença como de costume, mas nem por isso deixou de ser relevante. A companhia fez seus principais anúncios de forma difusa antes do evento, como o trailer de “Death Stranding” e a divulgação das primeiras informações sobre o PlayStation 5. De qualquer forma, a empresa ainda está pautando os próximos anos da indústria, mesmo sem uma apresentação formal na E3.
Diante disso, o que cada plataforma nova tem a oferecer? E o que cada uma tem de ponto fraco? É o que vamos discutir abaixo:
O novo competidor no mercado de games tem um grande desafio pela frente. O Google precisa, antes de qualquer coisa, demonstrar que tem jogos para fazer valer a pena sua plataforma, o Stadia. Segundo, a empresa precisa provar que sua tecnologia de computação em nuvem funciona em grande escala e para pessoas que não tenham uma conexão ultrarrápida.
O Olhar Digital já teve a oportunidade de testar jogos por streaming nos servidores do Stadia, rodando sobre a plataforma Google Cloud. Naquela situação, totalmente sobre o controle da empresa, não havia uma latência notável, permitindo que o jogo se desenvolvesse de forma fluída mesmo que a máquina que estava rodando o jogo estivesse a quilômetros de distância da tela em que víamos as ações se desenrolando.
Fora desse ambiente controlado, as coisas tendem a ser mais preocupantes. Mesmo em países onde conexões de alta velocidade já são padrão, ainda existem regiões com internet fraca. É o caso das regiões mais centrais dos EUA, onde velocidades de 10 Mbps são padrão, em contraponto às zonas costeiras, que são tecnologicamente mais avançadas.
Entre para comentar.